quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Seis cidades de refúgio...

Números 35:9 a 34
Seis cidades de refúgio
(  Dt 4:41-43    Dt 19:1-3  )
9  Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:
10  Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando passardes o Jordão à terra de Canaã,
11  Fazei com que vos estejam à mão cidades que vos sirvam de cidades de refúgio, para que ali se acolha o homicida que ferir a alguma alma por engano.
12  E estas cidades vos serão por refúgio do vingador do sangue; para que o homicida não morra, até que seja apresentado à congregação para julgamento.
13  E das cidades que derdes haverá seis cidades de refúgio para vós.
14  Três destas cidades dareis além do Jordão, e três destas cidades dareis na terra de Canaã; cidades de refúgio serão.
15  Serão por refúgio estas seis cidades para os filhos de Israel, e para o estrangeiro, e para o que se hospedar no meio deles, para que ali se acolha aquele que matar a alguém por engano.
(  Dt 19:11-13  )
16  Porém, se o ferir com instrumento de ferro e morrer, homicida é; certamente o homicida morrerá.
17  Ou, se lhe ferir com uma pedrada, de que possa morrer, e morrer, homicida é; certamente o homicida morrerá.
18  Ou, se o ferir com instrumento de pau que tiver na mão, de que possa morrer, e ele morrer, homicida é; certamente morrerá o homicida.
19  O vingador do sangue matará o homicida; encontrando-o, matá-lo-á.
20  Se também o empurrar com ódio, ou com mal intento lançar contra ele alguma coisa, e morrer;
21  Ou por inimizade o ferir com a sua mão, e morrer, certamente morrerá aquele que o ferir; homicida é; o vingador do sangue, encontrando o homicida, o matará.
(  Dt 19:4-10  )
22  Porém, se o empurrar subitamente, sem inimizade, ou contra ele lançar algum instrumento sem intenção;
23  Ou, sobre ele deixar cair alguma pedra sem o ver, de que possa morrer, e ele morrer, sem que fosse seu inimigo nem procurasse o seu mal;
24  Então a congregação julgará entre aquele que feriu e o vingador do sangue, segundo estas leis.
25  E a congregação livrará o homicida da mão do vingador do sangue, e a congregação o fará voltar à cidade do seu refúgio, onde se tinha acolhido; e ali ficará até à morte do sumo sacerdote, a quem ungiram com o santo óleo.
26  Porém, se de alguma maneira o homicida sair dos limites da cidade de refúgio, onde se tinha acolhido,
27  E o vingador do sangue o achar fora dos limites da cidade de seu refúgio, e o matar, não será culpado do sangue.
28  Pois o homicida deverá ficar na cidade do seu refúgio, até à morte do sumo sacerdote; mas, depois da morte do sumo sacerdote, o homicida voltará à terra da sua possessão.
29  E estas coisas vos serão por estatuto de direito às vossas gerações, em todas as vossas habitações.
30  Todo aquele que matar alguma pessoa, conforme depoimento de testemunhas, será morto; mas uma só testemunha não testemunhará contra alguém, para que morra.
31  E não recebereis resgate pela vida do homicida que é culpado de morte; pois certamente morrerá.
32  Também não tomareis resgate por aquele que se acolher à sua cidade de refúgio, para tornar a habitar na terra, até à morte do sumo sacerdote.
33  Assim não profanareis a terra em que estais; porque o sangue faz profanar a terra; e nenhuma expiação se fará pela terra por causa do sangue que nela se derramar, senão com o sangue daquele que o derramou.
34  Não contaminareis pois a terra na qual vós habitais, no meio da qual eu habito; pois eu, o SENHOR, habito no meio dos filhos de Israel.
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